Este espaço visa possibilitar ao "Corpo de Consultores Virtuais do Cembra" a reprodução de artigos (ou de notícias ) relativos à área de especialidade de cada um. Servirá, também, para divulgação de notícias  provenientes do próprio Cembra ou de outras fontes. No primeiro caso, a responsabilidade pelo teor do artigo/notícia  será de seu Autor, ficando claro que tal disseminação não importa, necessariamente, que o Cembra concorde com os pontos de vista expostos.

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Como primeira divulgação, o Cembra faz reproduzir, pela sua atualidade,  uma alocução efetuada pelo Alte. Paulo de Castro Moreira da Silva, ao receber, no dia 12 de junho de 1975 (!),  prêmio, em São Paulo. Pela sua lucidez, concisão e elegância de estilo, tal oração repercutiu, à época, na mídia nacional.

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Inteligente e criativo discurso de formatura foi proferido, na UERJ, em 2002, aos formandos de uma turma de engenharia, pelo seu paraninfo, Prof. Weber Figueiredo. Embora não se refira especificamente ao mar, constitui uma verdadeira apologia à importância da Ciência e da Tecnologia, como fatores relevantes ao desenvolvimento nacional, na mesma linha do texto acima, do Alte. Paulo Moreira. Veja como se consegue isto, recorrendo-se à “bananada da vovó” ...

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Marinha testa combustível nuclear na Noruega

Um avanço tecnológico no campo da propulsão nuclear submarina que merece destaque!

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 Dirigente do Instituto Rumo ao Mar (Rumar) envia gentil mensagem ao Cembraparticipação Rumar/Secirm na Expo Itaguaí.

O Cembra recebeu uma atenciosa correspondência de um dos próceres do Instituto Rumo ao Mar – Sr. Cristiano R. M. Pontes – e muito agradece as apreciações feitas, que nos estimulam a continuar desenvolvendo o melhor de nossos esforços em prol do Mar Brasileiro, da Amazônia Azul.
 
 

Ensaio sobre “A nova fronteira: o Mar Profundo

Conforme indicado nas notícias constantes no site, relativas à 33ª reunião da Comissão de Coordenação Executiva, no Seminário “Rotas para a Vanguarda” promovido pela e & e e pela Ecentex, nos dias 12 e 13 de junho p. p.,  foi distribuído  exemplar  da Revista Economia e Energia, com ensaio de autoria de Carlos Feu, de Leonam dos Santos Guimarães e de Luiz Philippe da Costa Fernandes (o primeiro autor e o terceiro integrantes do Cembra), intitulado “A nova fronteira: o Mar Profundo”. No momento em que adquirem realce as atividades nos fundos marinhos, a obtenção de submersíveis e ROVs para atender às necessidades do País  ligadas à exploração de petróleo e de minerais, à pesquisa, à pesca, à arqueologia marinha e a fins militares, parece constituir-se a “nova fronteira”  a desbravar, exigindo uma rota segura para a vanguarda, no setor. E não podemos perder tempo! Tal artigo, (reproduzido como matéria de capa na Revista Marítima Brasileira - v. 133, jul./set. 2013), ora é transcrito, na íntegra.

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 O artigo a seguir, “Anotações sobre a exploração mineral do fundo do mar, à vista da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) – o Caso do Brasil”, de autoria de Luiz Philippe da Costa Fernandes (Cembra), representa um esforço de síntese sobre a matéria, que pode revestir-se de  interesse aos que apreciam o assunto, de grande importância – diga-se –, nos dias que correm.

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Apresentação sobre o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (INPOH)

Por ocasião da 34ª reunião da Comissão de Coordenação Executiva do Cembra (21 AGO 2013), o Prof. Segen Farid Estefen, Representante da Coppe no Cembra e Diretor Geral provisório do INPOH fez uma apresentação sobre a novel Instituição. Considerando a importância do assunto para todos os que se interessam pelo mar, abaixo são reproduzidos os slides em que baseou-se boa parte da palestra.

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Curso de Especialização em Gestão Ambiental Costeira, promovido pelo Departamento de Oceanografia e Limnologia da UFRN
Ao final do período de inscrição, 37 interessados inscreveram-se para as 33 vagas disponíveis.  O curso (360 horas) será realizado no período de 14 de outubro p. v. até 18 de setembro de 2015. Para maiores informações,
 
   

O novo pleito brasileiro no mar: a plataforma continental estendida e o Projeto Amazônia Azul

De autoria do Professor Alexandere Pereira da Silva (Faculdade de Direito do Recife/UFPE), o artigo apresenta algumas ideias sobre o ireito do Mar e sua importância política e econômica  para o País. Discorre sobre o Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (Leplac), incluindo considerações sobre a nova proposta brasileira a ser apresentada, proximamente, à Comissão de Limites da Plataforma Continental (ONU). Os interessados em tal importante tema, deverão clicar abaixo.

 
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Artigo sobre a obtenção, pelo Brasil, de Veículo de Imersão Profunda (VIP)

Com base em ensaio anterior, intitulado “A Nova Fronteira: o Mar profundo”, também constante nestes “Textos ...”, Leonam dos Santos Guimarães, Carlos Feu Alvim e Luiz Philippe da Costa Fernandes (os dois últimos integrantes do Cembra) são os coautores  da “Hora de se lançar ao mar profundo”, publicado no jornal “O Globo”, do dia 14 p. p.. Os interessados poderão acessar a matéria, abaixo;

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Marinha faz concurso cultural sobre a Antártica para estudantes
Estudantes de 15 a 19 anos do ensino médio de escolas públicas e particulares poderão participar

Agência Brasil

Publicação: 23/11/2013 11:42 

 

 


Brasil pede licença para explorar minérios no Atlântico Sul


O assunto é de relevante interesse nacional. Trata-se de uma ótima notícia que – tanto quanto seja do conhecimento do Cembra – coloca o Brasil como pioneiro, nas Américas, em termos de exploração de minérios na Área, nos termos da CNUDM,  desconsiderados os EEUU que não são signatários da Convenção.
O Dr. Roberto Ventura, mencionado na notícia abaixo, proferirá uma palestra no próximo “Seminário sobre Submersíveis – Desbravando o Mar Brasileiro”, promovido pelo Centro de Excelência para  o Mar Brasileiro (Cembra), dias 10 e 11 de abril p. v. (inscrições ainda não abertas), sob o tema “ Os submersíveis e a pesquisa mineral da plataforma continental brasileira e da Área  contigua”, ocasião em, certamente, apresentará o assunto em maior detalhe.

 

Governo quer investir Us$ 11 milhões em cinco anos no fundo do mar em área internacional

 No dia 31 de dezembro, o Brasil apresentou à autoridade internacional responsável pelo controle da exploração do fundo dos oceanos um inédito pedido para desenvolver pesquisas de mineração numa área de cerca de três mil quilômetros quadrados no Atlântico Sul. A região, conhecida como elevado do Rio Grande, está a mais de mil quilômetros além da costa brasileira, ou seja, trata-se de área internacional, onde foram identificadas crostas ferromanganesíferas ricas em cobalto.

Assim como ocorre na Antártida, a exploração do fundo dos oceanos é controlado por uma entidade multilateral – a Autoridade Internacional para o Fundo do Mar (Isba, na sigla em inglês). A Isba recebeu a proposta de plano de exploração da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) no último dia possível para ser avaliada pela comissão técnica em fevereiro, durante a próxima reunião, e poder ser aprovada ainda em 2014 pelo conselho da entidade.

O Brasil assumiu perante ao Isba o compromisso de investir US$ 11 milhões nos primeiros cinco anos de contrato, que teria duração de 15 anos, segundo Roberto Ventura, diretor de geologia e recursos minerais da CPRM. A região tem potencial de exploração de cobalto, manganês e ferro.

FONTE: O Globo


 

SisGAAz - Grupos se preparam para disputa de megalicitação da Marinha


A matéria é de alto interesse para a Marinha, vale dizer, para o País. O Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz) visa assegurar o monitoramento e o controle das águaas de interesse do País, ai incluído, naturalmente, a região do Pré-Sal, contribuindo para sua Segurança, Proteção e Defesa.. É algo comparável ao Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) chegou a participar da elaboração prévia do projeto, mediante consultoria feita sobre pequeno aspecto envolvido.

 Virgínia Silveira
Pelo menos dez grupos que atuam no setor de defesa e segurança sinalizaram à Marinha o interesse em participar da licitação do Sisgaaz, o bilionário programa de sistemas de gerenciamento da Amazônia Azul. Entre eles aparecem Embraer Defesa e Segurança, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Boeing.

Esse projeto, que está avaliado em US$ 10 bilhões, contempla o monitoramento das águas jurisdicionais brasileiras por meio de uma rede extensa de sensores terrestres, marítimos e espaciais, centros de controle e vigilância aérea e ambiental. O alvo dessa rede, segundo o chefe da diretoria de gestão de projetos estratégicos da Marinha (DGPEM), vice-almirante Antônio Carlos Frade Carneiro, é garantir a presença do Estado na proteção da riqueza marítima do país e a segurança das suas operações navais, incluindo o pré-sal (programa de exploração da Petrobras).

A Marinha pretende detalhar o processo da licitação ainda nesta semana, em evento que acontecerá na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro. O Sisgaaz, segundo informou o almirante, já tem uma previsão orçamentária de R$ 9 milhões este ano para concluir a fase de contratação da empresa que será a responsável pela implantação do programa. Isso deve ocorrer a partir de 2015.

De acordo com Carneiro, durante o evento, as empresas interessadas em participar do Sisgaaz receberão a documentação ou pedido de propostas (da sigla em inglês RFP) do programa. Com isso, poderão responder os questionamentos feitos pela Marinha.

Empresas de menor porte, de acordo com o almirante, que detém tecnologias específicas de interesse do projeto, já estão se compondo com grupos maiores, como forma de integrar o Sisgaaz.

O processo de escolha da empresa vencedora, explica o almirante, será semelhante ao que foi executado na primeira etapa do programa Sisfron (Sistema de Monitoramente de Fronteiras), vencida pelo consórcio Tepro, formado pelas empresas Savis Tecnologia e Sistema e Bradar, ambas controladas pela Embraer Defesa e Segurança.

“De acordo com o que está previsto na Lei 12.598, aprovada em março de 2012, o processo do Sisgaaz irá privilegiar as empresas nacionais, que poderão participar sozinhas ou em consórcio com empresas estrangeiras, mas com foco em transferência de tecnologia de interesse do projeto”, ressaltou o almirante.

 As brasileiras poderão ainda usufruir das vantagens do status de empresa estratégica de defesa, concedido pelo governo federal a 26 empresas, no final do ano passado. Nessa lista, estão a Embraer, Avibras, Imbel, Engeprom, Nuclep e Odebrecht Defesa e Segurança, empresas que terão direito a redução de tributos para a venda de seus produtos para as forças armadas.

Para receber os benefícios da dessa lei as empresas precisam atender a algumas exigências como controle nacional majoritário, domínio brasileiro da tecnologia e compromisso de manter a linha de produção no país.

A Lei 12598, segundo o vice-almirante Frade, permitiu a criação de um ambiente propício no Brasil para as empresas, principalmente as pequenas, terem capacidade para absorver tecnologias estratégicas, além de mais oportunidades para participar de programas de grande porte como o Sisgaaz.

A concepção do Sisgaaz já foi concluída pela Fundação Ezute, a nova denominação da Fundação Atech. “O trabalho consistiu no delineamento da configuração operacional e sistêmica do Sisgaaz, que será responsável pelo monitoramento de uma área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, sendo 3,5 milhões em Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e 911 mil de plataforma continental, por onde passam 95% do comércio exterior brasileiro e onde estão 80% do petróleo do país”, explicou o presidente da fundação, Tarcísio Takashi Muta.

O chefe dos projetos estratégicos da Marinha explica que a rede de sensores do Sisgaaz envolve um mix de tecnologias de última geração, composta por radares, veículos aéreos não tripulados (vants), sistemas de comunicação, de guerra eletrônica, meteorologia para a coleta de dados ambientais e meteorológicos, entre outras.

“Trata-se de um programa complexo, composto de vários projetos. O atual Programa Nacional de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha, por exemplo, precisará receber as informações do Sisgaaz. O processo de vigilância da costa brasileira estará todo interligado”, afirmou Muta.

A previsão é que o Sisgaaz seja concluído em sua totalidade dentro de um prazo de 10 a 12 anos, informou o almirante.

A empresa Odebrecht Defesa e Tecnologia admitiu, em entrevista no fim do ano passado ao Valor, sua intenção de firmar parcerias para participar de grandes projetos da Marinha, como o Sisgaaz, o Sisfron, que é comandado pelo Exército. Segundo o presidente da empresa, André Amaro, esses programas vão exigir a mobilização de competências brasileiras e internacionais.

“É uma excelente oportunidade para fortalecer a cadeia produtiva brasileira e para permitir o acesso a tecnologias estratégicas que ainda não são do domínio nacional”, ressaltou. Procurada, a Embraer informou que não faria comentários sobre o Sisgaaz.

FONTE: Valor Econômico”

 

Future of AUVs in Brazil

Interessante artigo de Cláudio Paschoa (30/05/2012).

Clique em:

http://news.seadiscovery.com/post/2012/05/30/Future-of-AUVs-in-Brazil.aspx

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País vai pesquisar minerais em águas internacionais 28 Jul 2014

 (Por Monica Gugliano | Para o Valor, de São Paulo)

 O Brasil é o primeiro país da América do Sul a conquistar o direito de prospectar minerais no Atlântico Sul, em águas internacionais, além do limite das 200 milhas náuticas (370 km). A permissão foi concedida na assembleia da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISBA), realizada em Kingston, na Jamaica. 

Até agora, apenas França, Alemanha, Coreia do Sul, Rússia, China e Índia estavam autorizados a manter pesquisas e trabalhos em outras partes oceânicas. Todos também tinham interesse na área conhecida como Elevação do Rio Grande, a 3 mil km de distância da costa brasileira. 

A Elevação fica a cerca de mil metros da superfície, numa região onde o oceano alcança 4 mil metros de profundidade. Nela, já foi constatada a existência de cobalto, zircônio, tântalo, telúrio, tungstênio, nióbio, tório, bismuto, platina, cério, európio, molibdênio, lítio e outros minérios essenciais para a indústria de alta tecnologia. Cientificamente, são chamados de nódulos polimetálicos. 

O Plano de Trabalho para Exploração de Crostas Cobaltíferas na Elevação de Rio Grande foi apresentado pelas autoridades brasileiras no fim de dezembro do ano passado. A autorização outorga por 15 anos o direito de pesquisar o potencial do território. De acordo com o embaixador do Brasil na Jamaica, Antônio Francisco da Costa e Silva Neto, a aprovação foi o reconhecimento do trabalho que envolveu 16 ministérios. 

"Foi uma vitória espetacular para o Brasil. Agora, um de nossos desafios será envolver as empresas nesse trabalho, mostrando que esse é um investimento estratégico", disse o embaixador, em entrevista por telefone ao Valor. Costa e Silva foi eleito para presidir a assembleia nos próximos 12 meses. A Autoridade é uma organização autônoma, pertencente ao sistema das Nações Unidas. Por intermédio dela, 166 Estados organizam e controlam as atividades no mar, particularmente com vistas à gestão de recursos minerais. 

Após o período de 15 anos, o país poderá explorar e até extrair esse minério. "Além do caráter estratégico, a iniciativa brasileira permitirá o desenvolvimento de recursos humanos e desenvolvimento tecnológico", explicou Roberto Ventura, diretor de geologia e recursos minerais, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). 

O próximo passo será a assinatura do contrato entre o governo e a Autoridade para iniciar as pesquisas. "A proposta aprovada demonstrou a capacidade política, financeira e científica do Brasil", afirmou o almirante Marcos Silva Rodrigues, secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Secirm), colegiado com participação de 16 ministérios. 

Encontrar as riquezas minerais depositadas no fundo dos oceanos é, segundo especialistas em geologia marinha e outros cientistas, o maior desafio do século XXI. "O mar é a última fronteira do conhecimento. Dele, virão os recursos que serão usados no futuro", disse Rodrigues.  Embora alguns países já estejam envolvidos nessa pesquisa, a Autoridade considera que ainda falta bastante até o momento em que esses recursos poderão ser extraídos. 

"Não cremos que nenhum dos chamados contratantes esteja pronto para minerar nessas regiões. Esse trabalho requer um conhecimento avançadíssimo, portanto é preciso saber se é economicamente viável. Mas, do ponto de vista geopolítico e estratégico de uma nação, investir nesse conhecimento e demarcar esse território é uma conquista de valor incalculável", afirmou o embaixador brasileiro.

 


contador
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